Concha
Amêijoa-japonesa
Ruditapes philippinarum
(VIIe) Canal da Mancha Ocidental, (VIIIa) Golfo da Biscaia - Norte, (VIIIb) Golfo da Biscaia - Central
Áreas de pesca
Selvagem
Origem
4 cm
Tamanho mínimo
Descrição
De acordo com a regulamentação em vigor.
A sua concha tem uma forma oval e alongada, com nervuras radiais e estrias concêntricas muito marcadas, o que lhe confere um aspeto de «treliça» ou «quadriculado» (daí o nome «carpet shell»). A sua cor é extremamente variável. A face externa pode ser cinzenta, bege, amarelada ou castanha, frequentemente decorada com motivos geométricos, manchas ou linhas quebradas mais escuras. A face interna é geralmente branca, com uma coloração violeta na borda posterior. Os seus sifões (utilizados para filtrar a água) estão unidos ao longo da maior parte do seu comprimento, o que a distingue da amêijoa europeia (Ruditapes decussatus), cujos sifões estão separados. O tamanho habitual situa-se entre 4 e 5 cm, mas pode atingir os 8 cm. Trata-se de um organismo filtrador que se alimenta de fitoplâncton e de matéria orgânica em suspensão.
A sua concha tem uma forma oval e alongada, com nervuras radiais e estrias concêntricas muito marcadas, o que lhe confere um aspeto de «treliça» ou «quadriculado» (daí o nome «carpet shell»). A sua cor é extremamente variável. A face externa pode ser cinzenta, bege, amarelada ou castanha, frequentemente decorada com motivos geométricos, manchas ou linhas quebradas mais escuras. A face interna é geralmente branca, com uma coloração violeta na borda posterior. Os seus sifões (utilizados para filtrar a água) estão unidos ao longo da maior parte do seu comprimento, o que a distingue da amêijoa europeia (Ruditapes decussatus), cujos sifões estão separados. O tamanho habitual situa-se entre 4 e 5 cm, mas pode atingir os 8 cm. Trata-se de um organismo filtrador que se alimenta de fitoplâncton e de matéria orgânica em suspensão.
Habitat
Espécie bentónica que vive enterrada no sedimento (endofauna). Encontra-se principalmente na zona intertidal (zona de oscilação das marés) e nas águas costeiras pouco profundas, geralmente até aos 10 metros de profundidade. Prefere fundos de areia lamacenta, cascalho ou sedimentos soltos. É capaz de tolerar variações significativas de salinidade (eurihalina), o que lhe permite prosperar em lagoas e estuários.
Distribuição
Trata-se de uma espécie originária do Pacífico, mas que se tornou cosmopolita na sequência de introduções intencionais ou acidentais. Origem: Pacífico Ocidental (Japão, Coreia, Filipinas, China). Introdução na América: Costa Ocidental da América do Norte (da Colúmbia Britânica à Califórnia). Introdução na Europa: Introduzida na década de 1970 para fins de aquicultura (França, Itália, Espanha, Reino Unido). Naturalizou-se e, muitas vezes, suplantou a amêijoa autóctone, nomeadamente no Adriático (Lagoa de Veneza) e na costa atlântica francesa.